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O Projeto Semeando Futuro, tem como público-alvo os jovens das zonas periféricas de Luanda, onde 47% da população é composta por crianças e adolescentes com menos de 15 anos. O Semeando Futuro torna-se, assim, um projeto-piloto que impacta diretamente a qualidade de vida dessas comunidades. O que começou com o objetivo de suprir a carência de saneamento básico por meio da construção de instalações sanitárias compartilhadas evoluiu para a criação de um espaço de grande valor social. Após uma análise profunda, identificou-se a necessidade de agregar mais componentes ao projeto, resultando na proposta de um espaço didático para leitura e um Centro de Formação Agrícola. O centro oferece aos jovens conhecimentos técnicos e práticos sobre agricultura, proporcionando-lhes uma oportunidade de melhorar suas condições de vida e fomentar a sustentabilidade nas suas comunidades. Este espaço não só capacita os jovens, como lhes dá propósito e evita que muitos recorram às ruas como fonte de renda ou alimentação. A formalidade do objecto arquitectónico pretendido demonstra claramente três abordagens, que em conjunto formam um todo coeso e harmonioso – Moradia Existente, Ampliação e Anexo. Portanto, a estética do largo foi pensada em voltar a trazer o sentimento de alegria, representar aspectos da cultura angolana de forma didática e proporcionar experiências a todos os utilizadores que frequentarem o espaço. Por existirem volumes de tamanho considerável no largo, que não poderiam ser removidos ou alterados, mas que teriam de ser adaptados, foram usados materiais que transmitissem uma certa leveza, fossem de longa duração, e que pudessem ser aplicados á de acordo ao cronograma de obras. Para atingir este resultado, foram escolhidos azulejos cerâmicos, cujas cores nos remetem ás frutas e hortaliças comercializados no antigo mercado do Kinaxixi. O padrão aplicado no pavimento, foi resultado da desconstrução de um simbolo sona (linguagem gráfica de povos de Angola), bem como o padrão utilizado nas placas perfuradas de aço corten que envolvem o pedestal da estátua da Rainha Njinga a Mbande. Para trazer o elemento didático-cultural, foi feita uma curadoria de imagens que representam os retratos dos sobreanos, itens de antropologia de várias regiões de Angola (objectos e máscaras) e instrumentos musicais típicos angolanos. Cada figura terá um código QR que redicionará para uma página com o conteúdo e informações sobe a respectiva figura. O paisagismo acrescentado ás rampas de modos a conferir mais área verde, bem como uma barreira para prevenir que as pessoas subam para as mesmas. Estão contemplados ainda: a insersão de um quiosque comercial no largo, a realização de uma feira aos fins de semana, de modos a evocar a memória do Antigo Mercado do Kinaxixi. Neste projeto inovador, transformamos um espaço compacto de apenas 4m² em uma verdadeira experiência gastronômica. Com apenas uma janela voltada para a rua principal, o conceito inicial do cliente era criar um *food truck* fixo, e o desafio foi trazer esse conceito para um espaço físico pequeno, mas altamente funcional. A cozinha foi projetada de forma inteligente, otimizando cada centímetro para acomodar todas as necessidades de um *chef* profissional, sem comprometer a qualidade ou eficiência. A zona de atendimento foi integrada de forma a permitir que os clientes se posicionem no passeio e desfrutem das delícias oferecidas, conferindo ao local um charme especial. Localizada em Caxito, Angola, a Escola Caxito foi projetada para atender às necessidades de uma comunidade rural com desafios significativos, como a falta de água e eletricidade. A proposta arquitetônica visa aproveitar ao máximo os materiais locais disponíveis, promovendo a sustentabilidade e a conexão com o entorno. O projeto priorizou a ventilação e iluminação natural, criando um ambiente arejado e confortável para os alunos, mesmo em condições climáticas adversas. A utilização de técnicas de construção tradicionais e materiais da região não só reduz os custos, mas também fortalece o vínculo da escola com a cultura local. A Flor do Duke é um projeto que resulta da harmonia entre arquitetura e arte, oferecendo uma experiência única que transporta os visitantes para as paisagens fascinantes do deserto do Namibe. Este espaço, cuidadosamente concebido, destaca-se pela abundância de luz natural e pela sua atmosfera intimista, celebrando a rica arte e cultura angolana. Cada elemento do design foi pensado para ativar os cinco sentidos, proporcionando uma imersão completa. Desde a interação com a cozinha aberta até aos diversos ambientes, cores e texturas que compõem o espaço, cada detalhe foi projetado para criar uma experiência gastronómica inesquecível. O Banana é um rooftop ao ar livre que oferece uma experiência única, com uma área social integrada, composta por bancadas, pista de dança, bar e zonas de assentos para pequenas refeições. Este design aberto permite uma vista panorâmica do mar em 360 graus, transmitindo uma sensação de proximidade com a natureza. O projeto de arquitetura do Nhía Resort foi inspirado pela beleza natural e pela rica herança cultural do Kwanza Norte. A proposta busca a fusão harmoniosa entre elementos tradicionais e modernos, criando uma experiência de design única que respeita a paisagem e valoriza a arquitetura vernacular da região. A simbiose entre modernidade e tradição é essencial, honrando a identidade cultural local e promovendo um profundo respeito pela comunidade. Envolver as populações locais no processo de projeto e construção foi uma prioridade, permitindo a integração de conhecimentos tradicionais e promovendo um sentimento de pertencimento colaborativo. Este projeto de habitação unifamiliar se desenvolve em dois pisos, totalizando uma área bruta de 381,923 m², incluindo um anexo adjacente à casa principal e um amplo quintal que oferece estacionamento para vários veículos e uma area de lazer confortavel. Ao redesenhar a distribuição dos espaços, transformamos uma moradia tradicional em um lar com um design funcional e eficiente. O projeto propõe a eliminação de algumas divisórias, resultando em um layout fluido que interliga os espaços de estar, refeição e cozinha. Essa abordagem cria uma relação informal e contínua entre os ambientes, maximizando a ventilação e a incidência de luz natural. Para o projeto VĒRD, transformamos o exterior de uma moradia colonial em um espaço vibrante dedicado à arte, música e gastronomia, com uma estética moderna, informal e sofisticada. A intervenção aproveitou o jardim frontal da residência, criando um salão de refeições ao ar livre, uma área de bar e um espaço de convívio, todos cercados pela beleza natural do jardim existente. Um dos principais destaques do espaço é uma mesa em um amarelo vibrante, que adiciona uma pitada de cor e energia ao ambiente. As paredes, pintadas de branco com um padrão inspirado em animal print, conferem um visual ousado e contemporâneo, complementando a rica herança da moradia. O bar e a mesa foram projetados especificamente para atender às necessidades do espaço, garantindo funcionalidade e estilo. A iluminação foi cuidadosamente escolhida para criar diferentes atmosferas, desde as luzes que emolduram a árvore central até as fairy lights que iluminam a área destinada ao cinema ao ar livre. O projeto WHITE MUXIMA surgiu da intenção de transformar a área social de uma residência familiar em um espaço amplo, clean e minimalista, que proporcionasse um ambiente acolhedor e funcional. A proposta foi desenvolvida para maximizar a iluminação natural, utilizando tons claros que ampliam a sensação de espaço e promovem um ambiente sereno e arejado. No coração da casa, a cozinha foi cuidadosamente projetada como o ponto focal desta intervenção. Com um layout funcional e intuitivo, ela foi equipada para atender às necessidades diárias da família, permitindo um fluxo harmonioso entre as atividades de cozinhar, socializar e desfrutar de refeições em conjunto. A escolha de materiais e acabamentos reflete uma estética contemporânea, enquanto a paleta de cores neutras cria um ambiente atemporal e elegante.
Tornar a Praça do Kinaxixi um museu á céu aberto. Tratando-se de um espaço emblemático e icônico para a cidade de Luanda,
Que durante muito tempo esteve adormecido, gerou desconforto para os utentes e profunda tristeza pelo extinção do Antigo mercado e Largo do Kinaxixi.
Foram também implementadas árvores para conferir mais sombra
A fontes de água existentes foram mantidas, mas sofreram uma leve alteração.